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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Entre rezas e oferendas, artistas ilustres celebram 'santo do sambistas'

 

São Jorge realiza o 'milagre' de se dividir em duas crenças.
Para teólogo da PUC-Rio, feriado é o único inter-religioso no país.

Gabriel BarreiraDo G1 Rio
Santo é um dos mais queridos por cariocas e artistas (Foto: Flávio Moraes/G1, Alberto Vilar/Divulgação, Alexandre Durão/G1)Santo é um dos mais queridos por cariocas e artistas (Foto: Flávio Moraes/G1, Alberto Vilar/Divulgação, Alexandre Durão/G1)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Equilibrado entre catolicismo e candomblé, sambista que se preze ignora as contradições entre as duas religiões para comemorar o feriado de São Jorge, no Rio de Janeiro, neste 23 de abril. O santo, que virou representação do orixá Ogum quando a Coroa Real proibiu a adoração de deuses das religiões afrodescendentes, "sambou" para atravessar seis séculos e se tornar exemplo de tolerância religiosa num calendário laico, mas que só dá folga em homenagem aos representantes da Igreja.
"É o único feriado inter-religioso, porque todos os outros são ortodoxos sobre o catolicismo. Como umbandistas e espíritas o consideram o deus Ogum, São Jorge acaba tendo uma aceitação maior, não só dentro do catolicismo. Ele representa a metáfora do combate ao mal, representado pelo dragão", explica o coodenador de Teologia à Distância da PUC-Rio, Frei Isidoro Mazzarollo.
No mundo do samba, o culto ao santo dá uma das mais claras demonstrações deste sincretismo — isto é, da mistura entre concepções religiosas.
"Se eu falar que sou somente católico, é mentira. Se falar que sou só umbanda, é mentira. Na verdade, eu acredito em Deus. E se tem um lugar que vou direto é à Igreja de São Jorge, por causa da devoção que tenho pelo santo guerreiro. Minha devoção a ele está acima das duas religiões, embora a devoção a Deus seja muito maior", explica Dudu Nobre.
Entre crentes que rezam ou espalham oferendas pela cidade, a data acabou ganhando uma conotação ainda mais especial para Zeca Pagodinho. "São Jorge é o santo dos sambistas. É a minha cultura, eu vim disso aí", explicou em entrevista no lançamento de seu novo DVD, há uma semana.
Dentre os devotos ilustres, a lista no mundo do samba se estende de Jorge Ben Jor a Arlindo Cruz, passando por Beth Carvalho e músicos da MPB como Jorge Vercilo. No teatro, a expressão maior talvez se encontre na peça "Salve, Jorge", do ator e diretor Jorge Fernando. No início do espetáculo, uma imagem de três metros do santo é exibida e, no final, a oração a São Jorge encerra a obra.
"Eu nasci num berço de espiritualidade, sobre a proteção de Ogum. Em todo aniversário dos meus 7 primeiros anos de vida, ia à igreja. Depois dos 14 voltei a frequentar para pedir proteção. Para usar minhas palavras como arma e me guiar nos caminhos. Só quem é devoto entende", diz o artista.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Uberada inaugura o Memorial Chico Xavier


Em seu discurso, Alberto Alves destacou o empenho do prefeito Paulo Piau para retomar a obra do Memorial no início do mandato, e o trabalho feito em parceria com a prefeitura, que resultou na entrega da obra que será um legado para a cidade de Uberaba, principalmente na área do turismo.


O Memorial foi construído com recursos do Ministério do Turismo, na primeira e segunda etapa, na ordem de aproximadamente R$ 4,3 milhões, e a terceira etapa foi realizada com recursos da prefeitura na ordem de R$ 620 mil. O prédio conta com área de exposição interna, anfiteatro, espaço para livraria, lanchonete e área externa com arquibancadas. O prefeito Paulo Piau destacou a importância da obra para a cidade, falou sobre as parcerias para que o Memorial se tornasse realidade e parabenizou os homenageados pela Comenda. Durante o discurso Piau revelou que os recursos para a compra do mobiliário já estavam empenhados pelo Ministério.

Mediante a entrega da obra, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo passa a gestão à Fundação Cultural, que assumirá a operacionalização do Memorial e já dispõe de um museólogo que organizará o espaço para ser inaugurado. “O recurso para o mobiliário, da ordem de R$ 480 mil já está empenhado, e acreditamos que em breve será liberado pelo ministério. Assim faremos uma ocupação como deve ser: de forma correta e organizada”, disse Piau, afirmando ainda, ao filho de Chico que estava presente, Eurípedes Higino, que o local será gerido pela municipalidade sem fins lucrativos.


Vale lembrar que já está em elaboração um Plano de Ocupação do Memorial Chico Xavier, para que todo o material doado e o acervo referente ao médium sejam distribuídos de maneira harmônica e agradável ao público. Muitas doações já foram realizadas para comporem o prédio dedicado ao Chico Xavier. Até o momento o acervo captado já conta com 187 obras escritas pelo médium, além de um acervo de fitas e livros sobre sua história. Também foi realizada doação de um holograma que passará na parede imagens do Chico, e a mesa e a cadeira onde o Chico realizou os primeiros receituários, doado pela Comunhão Espírita Cristã de Uberaba.

Ao finalizar a solenidade, o vice-governador Antônio Andrade destacou a importância da obra para Uberaba e para Minas. Ele também revelou que está trabalhando para atender demanda do deputado Tony Carlos, para anexar a área da Cohab (Companhia Habitacional de Minas Gerais), de 2 mil m² ao Memorial

Fonte: http://www.ceak.com.br/2016/06/Memorial-ChicoXavier-e-inaugurado-em-Uberaba.html 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Tradição de quilombolas em Floresta, PE, é mantida pelo Instituto Raízes

Além do trabalho de pesquisa e aplicação da arte, ações beneficiam o social.
Comunidade tem menor incidência de violência e uso de drogas, diz educador.

Do G1 Caruaru
Coco de Roda (9)

Traços materiais da cultura afrobrasileira estão presentes em uma igreja construída no século XVIII por negros escravizados, em Floresta, no Sertão pernambucano. A memória imaterial, no entanto, estaria ameaçada e caindo no esquecimento, segundo o Instituto Raízes, e isto motivou os integrantes a fortalecer a identidade dos remanescentes quilombolas do município.
A instituição desenvolve o trabalho de resgate há quatro anos com cerca de 50 adolescentes e jovens. Uma das atividades é a música entoada pelo grupo de maracatu Afro Batuque, lançando mão de alfaias, abês, taróis, atabaques e gonguês. “Todo trabalho tem sido feito com pesquisas em relação à origem dos povos afrobrasileiros. A gente puxou da ligação dos quilombolas, da negritude florestana, da devoção à Virgem do Rosário e da sintonia com o maracatu”, explica Libânio Neto, arte-educador do grupo, cuja sede é situada na Rua Eloi Torres de Barros.
De acordo com este professor, as atividades trouxeram resultados positivos. “Essa comunidade aqui hoje é o bairro com o menor incidência de violência e a menor incidência do uso de drogas entre adolescentes e jovens”. O trabalho é aprovado pelos familiares. “Tem muitos aqui que às vezes nem tinham o que fazer e hoje tem. Vão pra escola e depois vêm para o grupo”, conta Laurinda Gomes.

Fonte G1

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Aconteceu: Rádio Raízes de Umbanda presente na Sessão Solene do Congresso Nacional de Umbanda

No dia 17/08/2013 o Ogã Alabê Sandro Mattos da APEU e criador/administrador da Rádio Raízes de Umbanda deu uma "palhinha" junto com os irmãos da Curimba Filhos de Umbanda, na Sessão Solene ocorrida na Câmara dos Vereadores da Cidade de São Paulo.
 
Parabenizamos os organizadores, em especial Pai Ortiz Belo de Souza, coordenador da MPU, idealizadora do Congresso.
 



terça-feira, 11 de junho de 2013

URGENTE - Projeto de Lei sobre Umbanda corre risco em SP












URGENTE - Projeto de Lei sobre Umbanda em SP corre risco

Mande e-mails para o Vereador Police Neto, ex-presidente da Câmara dos Vereadores do Município de São Paulo, pedindo para que o Projeto de Lei 254/2010 do irmão Quito Formiga seja votado. O último dia é amanhã.
Corram, pois existem vereadores querendo engavetar o projeto.
Escrevam para policeneto@camara.sp.gov.br
Contamos com vocês!

Rádio Raízes de Umbanda
Sandro Mattos

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Notícia: Novo livro de Pai Silvio Mattos deve ser lançado até o final do ano

É com grande alegria e satisfação que divulgamos aos nossos irmãos de fé que o terceiro livro escrito pelo dirigente espiritual da APEU, Pai Silvio Mattos, deverá ser lançado até o final do ano.

A editora Portais da Libertação vai editar a obra "Casos Reais Acontecidos na Umbanda", que trará cerca de 70 histórias verdadeiras e devidamente confirmadas, que retratam o dia a dia dos terreiros de Umbanda, mostrando as curas, as desobsessões, os trabalhos de desmanche e até os efeitos-físicos que ocorriam em outras épocas, bem como certos absurdos e abusos, que servirão para abrir os olhos de médiuns e iniciantes que desconhecem as coisas que envolvem a espiritualidade em sua verdadeira ação.

Vamos aguardar....

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Os netos de santo

Praticantes do candomblé contam como é feita a iniciação das crianças, que desde bebês exercem funções e participam das cerimônias


POR ANGÉLICA FERNANDES – Odia

Rio - Aos oito meses de idade, Heitor Monteiro Paganini já tocava atabaque no terreiro de candomblé da sua bisavó de sangue, Edelzuita de Lourdes. As batucadas não eram por diversão. Mesmo ainda bebê, Heitor exercia um dos “cargos” mais renomados da religião: o de ogan alagbê (que é o “chefe” dos tocadores no terreiro). A função não foi escolhida por ele, e muito menos por sua mãe de santo. O responsável, segundo os frequentadores do terreiro, foi seu orixá Xangô (Deus da Justiça), que o consagrou naquela época, para hoje, um ano depois, este virar o grande dom de Heitor.
“Ele toca junto com os adultos e faz bonito. Acompanha todas as cantigas no ritmo certo. É a sensação do terreiro. Xangô, com sua sensibilidade, soube ver exatamente o dom dele”, conta a bisavó de Heitor, e também sua mãe de santo, Edelzuita D’Oxaguiã, que através do jogo de búzios interpretou a vontade do orixá em ter Heitor como ogan.

Heitor exerce um dos ‘cargos’ mais renomados da religião: o de ogan alagbê ('chefe' dos tocadores no terreiro) | Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
Heitor exerce um dos ‘cargos’ mais renomados da religião: o de ogan alagbê (‘chefe’ dos tocadores no terreiro) | Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
 
Mas para exercer tal função, Heitor precisou da dedicação de toda a família. Quando uma criança é iniciada no candomblé, ela participa de cerimônias em homenagem ao orixá para então ficar recolhida num quarto no terreiro, por dias. “Heitor ficou quase um mês lá. Muitas pessoas da minha família passaram a morar no barracão porque ele era um bebê ainda”, contou a mãe dele, Carla Mayara Monteiro e Monteiro, 21.
A experiência vivida por Heitor na sua fase de recolhimento será a mesma de Ana Clara, 7 anos, Nicole Tina, 7, e Patrik Alan, 11, nos próximos meses. No terreiro da mãe Meninazinha D’Oxum, em São João de Meriti, na Baixada, as três crianças, que, no jogo, apareceram escolhidas por seus orixás, serão iniciadas nos preceitos do candomblé. A decisão de seguir o caminho é opcional. “Eu quero. Gosto daqui”, conta Patrik.

Número de candomblecistas diminuiu, segundo Censo

Dados do último Censo do IBGE, em 2010, mostram que há 50.967 candomblecistas no Rio. Em comparação ao penúltimo índice, em 2000, houve redução de adeptos da religião. Naquele ano, 55.400 pessoas disseram ser do candomblé. Na umbanda, o dado em 2010 chega a 89.626 pessoas. O número pode estar diminuindo pelo medo que as pessoas sentem do preconceito.
Tauana dos Santos, 23, vai ter seu primeiro filho em três meses. Ele nascerá no mesmo meio em que ela nasceu e cresceu: no candomblé. Vítima de preconceito, Tauana quer tolerância na religião para seu filho. “Vou deixar ele escolher a fé que quiser. Só vou exigir respeito das pessoas”, completa.

Nicole Tina, Ana Clara Sales e Patrick Alan serão iniciados nos preceitos do candomblé | Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
Nicole Tina, Ana Clara Sales e Patrick Alan serão iniciados nos preceitos do candomblé | Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
 
Iniciada criança, ‘mãe’ hoje tem mais de 150 seguidores

Quando foi iniciada no candomblé, na década de 1930, aos nove anos, Maria do Nascimento, a mãe Meninazinha D’Oxum, hoje com 75 anos, não imaginaria a legião de filhos de santo que teria. Pelas suas mãos, já passaram mais de 150 pessoas. Agora está na terceira geração de seguidores: em breve, ela iniciará sua bisneta Ana Clara.
Para nunca esquecer sua raiz e principalmente sua avó, Iyá Davina, a quem atribui a responsabilidade por sua adoração à religião, Maria construiu em seu barracão, na Baixada, um memorial que guarda desde fotos antigas até artigos de santo. A intenção inicial de fazer uma homenagem à avó foi além. Hoje, o espaço é fonte de história e o lugar preferido das crianças no terreiro.
“Elas aprendem a base da nossa religião aqui”, explica Meninazinha, que trouxe para o memorial elementos de quando Iyá Davina tinha um terreiro na Bahia. “Guardo até o primeiro ibá (louça que representa o orixá) de Oxum da minha avó”, conclui.

Preconceito faz muitos jovens esconderem a religião

Quando Nicole Tina da Silva, de 7 anos, resolveu contar na escola que era candomblecista, perdeu quase todos os seus colegas de turma. “Riam de mim e falavam que eu era macumbeira, que isso era coisa do demônio”, relembra. A reação dos colegas a fez mentir em outras ocasiões. “Depois disso, eu passei a dizer que era católica”, admite, resignada.
O preconceito sofrido por Nicole foi o mesmo das mais de dez crianças acompanhadas nos últimos 21 anos por Stela Guedes Caputo, atual coordenadora do Ilê Obá Òyó, programa de pós-graduação em Educação da Uerj. “As crianças daquela época sofreram a mesma intolerância das crianças de hoje. Nada mudou”, explica a autora do livro ‘Educação nos terreiros’, lançado ano passado.
De acordo com Stela, a escola é o ambiente mais cruel do preconceito, que parte dos alunos e também de professores. “O professor confunde o público com privado. Sua fé, que é privada e íntima, se mistura com o espaço público da escola”, aponta Stela. E conclui: “Nossa educação pública sempre foi marcada por catequese”.
Mesmo com a rejeição por parte da sociedade, nenhum dos seus personagens de estudo abandonou a religião. “Pelo contrário, eles têm muito amor e dedicação. Mas ainda é uma pena que precisem esconder sua fé”, lamenta.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Portela canta Madureira e homenageia entidades de Umbanda

 

A Portela apresentou um enredo em homenagem ao Bairro de Madureira, onde a escola começou e que tem o tradicionalíssimo Mercadão, rico em lojas de artigos religiosos.
O abre-alas, com a Águia (símbolo da escola) exalava perfume, o foi repetido na alegoria do Mercadão de Madureira. O carro "... É dia de Santo Sinhá" também tinha efeitos especiais. A saia de uma baiana gigante que representava Dona Esther Rodrigues, uma liderança religiosa da região, levantava-se, revelando um terreiro. Tocando tambores, os ritmistas fizeram um ritual de religiões africanas, onde a rainha de bateria Patricia Nery, que estava vestida da pomba-gira Maria Padilha, saudou os malandros. O público reagiu calorosamente.

BATERIA DA PORTELA DESFILOU VESTIDA DE ZÉ PILINTRA NESTA MADRUGADA NA MARQUÊS DE SAPUCAI:

VEJA O VÍDEO: http://globotv.globo.com/rede-globo/carnaval-2013/t/veja-tambem/v/portela-tem-bateria-fantasiada-de-ze-pelintra-o-guardiao/2398909/



A ENTIDADE TAMBÉM É DESTAQUE EM ALEGORIA:



CARRO ALEGÓRICO DA PORTELA LEVOU UM CASAL DE PRETOS VELHOS PARA A SAPUCAÍ:

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Fique ligado! Programa Mediunidade e Umbanda da TVSU entrevista Pai Adriano Camargo


Já está no ar, sendo apresentado a nova edição do Programa Mediunidade e Umbanda, produzido pela APEU e transmitido pela TV Saravá Umbanda, onde Pai Silvio Mattos entrevista Pai Adriano Camargo, o Erveiro da Jurema.

O convite ao irmão Adriano foi feito há pelo menos uns dois anos, mas a correria do dia-a-dia de ambas as partes, fez com que somente agora o mesmo pudesse ser gravado.

Mas a espera valeu à pena!

São duas horas de muito bate-papo e principalmente, muito ensinamento, sobre a utilização das ervas sagradas, num foco que abrange informações que interessam a umbandistas e adeptos de outros segmentos religiosos.

Não deixe de assistir: www.tvsu.com.br

Depois deixe seu comentário aqui, ou mande seu e-mail para cabocloubatuba.apeu@hotmail.com

Sandro Mattos - Secretário APEU

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Umbanda de Luto - Faleceu Pai Fernando do Terreiro Pai Maneco - Curitiba/PR

Comunicamos o retorno às sendas espirituais do nosso irmão: Pai Fernando, dirigente Espiritual do Terreiro Pai Maneco, da Cidade de Curitiba, grande referência no nosso segmento Umbandista.

Fernando Macedo Guimarães deixa a viúva Yedda, os filhos Lucília e Fernando Augusto, e os netos Camila, Mariana, Olívia, Noah, Thiago, João Guilherme e Ragai.

Foi advogado e cartorário.

Seu maior legado são seus filhos de Umbanda espalhados por todo Brasil com sua filosofia Pés no Chão, que prega a simplicidade, o amor, a desmistificação da Umbanda. O Terreiro do Pai Maneco tem hoje 1600 médiuns e influencia diversos terreiros de Umbanda do país. Tenho a certeza de que ele está, mais do que nunca, cuidando com todo amor e carinho, de todos nós, seus filhos de fé!

O velório será realizado na Capela 3 do Cemitério Municipal de Curitiba, no São Francisco, das 7h às 13h do dia 1. de agosto. O corpo depois seguirá para ser cremado.

Nossas condolências às famílias biológica e espiritual deste grande batalhador na fé umbandista.

Rádio Raízes de Umbanda
Sandro Mattos